A Polícia Federal (PF) trabalha no desbloqueio de dois celulares de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o
“Sicário” de Daniel Vorcaro
A morte de “Sicário” foi divulgada pela defesa dele.
Mourão morreu às 18h55, após a conclusão do protocolo de morte encefálica
Ele havia sido preso pela manhã, na capital mineira,
durante a operação Compliance Zero
tentado se enforcar
Mourão havia sido preso por ordem do ministro André Mendonça. Ele era
investigado por atuar no monitoramento de adversários do banqueiro
Na decisão que autorizou a prisão, Mendonça descreveu Mourão como responsável por atividades de obtenção de informações sigilosas e vigilância de alvos e “neutralização de situações sensíveis aos interesses do grupo investigado”. Segundo as investigações, ele recebia pagamentos mensais de cerca de R$ 1 milhão.
“Sicário” de Daniel Vorcaro já respondia por estelionato
As apurações também citam mensagens trocadas entre Mourão e Vorcaro sobre o
jornalista Lauro Jardim, do jornal O Globo
A
Polícia Federal investiga possíveis crimes contra o sistema financeiro nacional
Conforme a investigação, o grupo coordenado por Mourão, seria responsável por organizar uma estrutura dedicada ao monitoramento de pessoas e à obtenção de informações sensíveis.
A morte de “Sicário”
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o
“Sicário” de Daniel Vorcaro
“Informamos que o quadro clínico de
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão
Na cela da Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais, Mourão teria
tentado se enforcar
Vorcaro em depoimento à PF
Em seguida, foi transferido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI), localizada no térreo do hospital, escolha feita por ser uma área mais restrita e com menor circulação de pessoas. Durante todo o atendimento, o paciente permaneceu sob forte escolta policial.
Em entrevista na última quinta-feira (5), o advogado Robson Lucas da Silva, que atuou na defesa de Luiz Phillipi Mourão,
descartou a possibilidade de “queima de arquivo”
“Não acredito em hipótese alguma. Essa possibilidade que se aventa na imprensa de queima de arquivo, eu não acredito piamente. Ele se encontrava dentro da cela. Estava com a camisa branca e, infelizmente, tomou essa iniciativa”, destacou.
A reportagem entrou em contato com a Polícia Federal e aguarda retorno.