O Governo Federal e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) assinaram hoje (26) um acordo de cooperação técnica para fortalecer o setor de comércio e serviços.
A iniciativa, que terá duração de três anos, prevê a execução de 23 ações estratégicas distribuídas em seis eixos temáticos, com o objetivo de impulsionar a competitividade das empresas do setor e fomentar o seu crescimento. “Nós queremos ouvir propostas, sugestões, ideias para melhorar a produtividade, atrair mais investimento e gerar o que há de mais importante que é emprego e renda para as pessoas”, ressaltou o ministro e vice-presidente Geraldo Alckmin, um dos signatários do acordo.
As ações serão focadas em seis eixos principais:
- Apoio à implementação de novas tecnologias
- Promoção do comércio eletrônico
- Capacitação
- Combate à pirataria e ao comércio informal
- Acesso a crédito
- Melhoria do ambiente de negócios
Leia também:
A assinatura do acordo foi recebida com grande entusiasmo pelo setor de comércio e serviços. O presidente da CNC, Roberto Tadros, reforçou o compromisso com a formulação de políticas públicas. “O objetivo é formular propostas de políticas públicas eficazes para o crescimento do País e para um ambiente favorável ao desenvolvimento dos setores representados do comércio de bens, serviços e turismo”, afirmou Tadros.
O presidente da Fecomércio MG, Nadim Donato, tem boas expectativas sobre o acordo. “Conforme dados divulgados nesta semana, Minas Gerais é o segundo estado com o maior número de empresas de serviços e comércio abertas desde o começo deste ano no Brasil. Esses números são animadores, mas de fato precisamos de políticas públicas que estimulem a continuidade e a expansão destas empresas, por isso vemos a celebração dos acordos com esperança”, disse.
Microempreendedores
Um segundo acordo, envolvendo a CNC, o Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e a Fenacon prevê o desenvolvimento de ações conjuntas, destinadas à formulação de políticas públicas para a formalização de empreendedores, ao desenvolvimento e à melhoria da competitividade dos microempreendedores individuais, das microempresas, das empresas de pequeno porte e das sociedades organizadas em cooperativas e associações.
A ideia é incentivar o empreendedorismo e a melhoria do ambiente de negócios para esse segmento no Brasil.
Setor
De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o setor de comércio e serviços é responsável 71% dos empregos de carteira assinada no Brasil e por 67,4% do PIB brasleiro no ano de 2023.
Nadim Donato, da Fecomércio MG, comenta a importância e tamanho do setor: “conforme dados divulgados nesta semana, Minas Gerais é o segundo estado com o maior número de empresas de serviços e comércio abertas desde o começo deste ano no Brasil. Esses números são animadores, mas de fato precisamos de políticas públicas que estimulem a continuidade e a expansão destas empresas, por isso vemos a celebração dos acordos com esperança”.