O empate por 2 a 2 entre Atlético e Maringá, nessa terça-feira (29), no jogo de ida da terceira fase da Copa do Brasil, foi visto com cautela pelo técnico Cuca. Após o duelo no estádio Willie Davids, o comandante alvinegro reconheceu as dificuldades enfrentadas pela equipe mineira diante de um adversário ‘perigoso’, principalmente em seus domínios.
Além disso, o comandante alvinegro destacou a importância do jogo de volta, marcado para o dia 21 de maio, em Belo Horizonte.
“É raro o Maringá perder em casa. Eles têm o domínio total do campo, da maneira com que jogam, e é difícil se adaptar a essas situações aqui no campo do jogo”, comentou Cuca, em entrevista coletiva após a partida.
Apesar do desejo de levar uma vitória na bagagem, o treinador do Galo valorizou o empate fora de casa, lembrando que a vaga será decidida em 180 minutos.
“É um jogo de 180 minutos. Não é o que a gente queria e nem o que a gente buscava, mas tem mais 90 minutos lá em BH”, afirmou.
Consistência da equipe paranaense
Cuca também fez questão de ressaltar a consistência do Maringá nos últimos anos, time que ele enfrentou na final do Campeonato Paranaense de 2024, quando ainda comandava o Athletico-PR. Na ocasião, o Maringá foi derrotado pelo Furacão por 4 a 0 no placar agregado, com um 3 a 0 em casa e 1 a 0 fora.
“Eu acho que o Maringá mantém mais ou menos aquele nível que ele teve no ano passado nas finais do Paranaense. Esse ano chegou de novo em uma final, perdendo nos pênaltis. É uma equipe que há muito tempo, acho que há uns 10 jogos, não perde, que eliminou times da Série A como o Juventude. Principalmente jogando em casa, é muito perigosa”, completou o treinador.
Com o resultado, o confronto segue em aberto. Quem vencer no jogo de volta avança às oitavas de final. Em caso de novo empate, a decisão será nos pênaltis. Até lá, o Galo volta a campo pelo Brasileirão, na próxima segunda-feira (5), contra o Juventude, em Caxias do Sul.