O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido da defesa e manteve nesta quinta-feira (24) as prisões preventivas de Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, e do delegado Rivaldo Barbosa, réus pela morte da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes.
De acordo com a Procuradoria-Geral da República, Domingos e o irmão, o deputado federal Brazão (sem partido-RJ), seriam mandantes do assassinato, com a anuência de Barbosa.
A motivação teria sido a oposição que Marielle fazia na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro aos projetos de interesse da milícia na Zona Oeste do Rio, que tinha apoio dos irmãos Brazão.
O trio está preso preventivamente desde março de 2024. No último dia 11, o relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, acolheu um pedido da defesa de Chiquinho e autorizou a prisão domiciliar do parlamentar em razão de seu estado de saúde.
Nesta quinta-feira (24), a Mesa da Câmara dos Deputados decidiu cassar o mandato de Chiquinho Brazão por excesso de faltas.